Aborto
Sendo uma pessoa de conviccções à esquerda, sou mais um dos muitos que acreditam que o aborto não constitui uma forma de prazer masoquista e que só é procurado em ultimo recurso e com muito esforço por parte das mulheres.
Acho que sobre a organização pró-escolha "Women on waves" está tudo dito e debatido, desde a ilegalidade ou não que constituia a sua entrada em águas territoriais portuguesas, passando pela questão da colocação da marinha aos serviços das ideologias pessoais de um "ministro" (cada um chama-lhe o que quiser, eu por cá fico-me pelo imbecil) e acabando na liberdade individual de cada mulher e mesmo de um povo inteiro posta em causa sob os desígnios do patriotismo e da soberania, esqueçendo-se talvez muita gente que assim começou uma guerra mundial.
O ponto que quero abordar está relacionado com a posição da direito em relação ao aborto. Para melhor me fazer entender vou transcrever na íntegra um insulto à arte publicado na página do leitor do JN de Sábado:
O barco do aborto
A Portugal está a chegar
E sem respeito pela lei
Muitas vidas vai tirar
O aborto é um crime
Que não devemos permitir
Não matem as criancinhas
Deixem elas sorrir
Quem é a favor do aborto
Não deve querer entender
Que todas as criancinhas
Com amor devem nascer
Com a nossa voz firme
A este barco vamos gritar
Deitar tudo ao alto mar
O que o Sr. Manuel Ferreira defende, e servindo ele de exemplo, é o nascimento de uma criança nem que a sua mãe ganhe o ordenado mínimo e o pai esteja desempregado com 7 filhos para sustentar. Num país relativamente desenvolvido como o nosso, onde apesar de tudo ainda se vive folgadamente em muitos sectores da sociedade, não consinto que uma criança cresça em condições tão miseráveis por imposição de moradores de um qualquer 5º andar da zona "limpa" das cidades.
Em muitas casos, devido à pobreza a que estão submetidas, estas crianças tornam-se adultos problemáticos com cadastros dignos de um Al Capone, e é nestas alturas que surgem pessoas como este Sr. que se apressam a defender penas de prisão cada vez mais duras, pois este tipo de escória não merece sequer ar puro. Afinal, onde é que se escondeu o famoso "direito à vida"?
Acho que sobre a organização pró-escolha "Women on waves" está tudo dito e debatido, desde a ilegalidade ou não que constituia a sua entrada em águas territoriais portuguesas, passando pela questão da colocação da marinha aos serviços das ideologias pessoais de um "ministro" (cada um chama-lhe o que quiser, eu por cá fico-me pelo imbecil) e acabando na liberdade individual de cada mulher e mesmo de um povo inteiro posta em causa sob os desígnios do patriotismo e da soberania, esqueçendo-se talvez muita gente que assim começou uma guerra mundial.
O ponto que quero abordar está relacionado com a posição da direito em relação ao aborto. Para melhor me fazer entender vou transcrever na íntegra um insulto à arte publicado na página do leitor do JN de Sábado:
O barco do aborto
A Portugal está a chegar
E sem respeito pela lei
Muitas vidas vai tirar
O aborto é um crime
Que não devemos permitir
Não matem as criancinhas
Deixem elas sorrir
Quem é a favor do aborto
Não deve querer entender
Que todas as criancinhas
Com amor devem nascer
Com a nossa voz firme
A este barco vamos gritar
Deitar tudo ao alto mar
O que o Sr. Manuel Ferreira defende, e servindo ele de exemplo, é o nascimento de uma criança nem que a sua mãe ganhe o ordenado mínimo e o pai esteja desempregado com 7 filhos para sustentar. Num país relativamente desenvolvido como o nosso, onde apesar de tudo ainda se vive folgadamente em muitos sectores da sociedade, não consinto que uma criança cresça em condições tão miseráveis por imposição de moradores de um qualquer 5º andar da zona "limpa" das cidades.
Em muitas casos, devido à pobreza a que estão submetidas, estas crianças tornam-se adultos problemáticos com cadastros dignos de um Al Capone, e é nestas alturas que surgem pessoas como este Sr. que se apressam a defender penas de prisão cada vez mais duras, pois este tipo de escória não merece sequer ar puro. Afinal, onde é que se escondeu o famoso "direito à vida"?

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