Segundo informações recolhidas pela equipa "galeria Privada", Mira Amaral será o mais recente trunfo da campanha publicitária da CGD, juntando-se assim, entre outros, a Nuno Delgado (judoca) e Maria Gambina ( qualquer coisa). A campanha, que engloba várias personalidades do quotidiano nacional além das supracitadas, como é o caso de... e aquele... e do outro também, tem por objectivo obrigar os 6 milhões de portugueses imunes a aderir à CGD, embora os 2 milhões a viver abaixo do limiar da pobreza sejam dispensáveis e considerados pelos directores clientela para os espanhóis.
A nossa pouco credível fonte acrescentou que tal decisão se deveu ao facto de se tratar de "um exemplo vivo de funcionalismo no sector público", justificando o argumento na base do "bom tratamento dos seus funcionários mais leais por parte do estado", como é o caso de Mira. O spot, por imposição do ex-funcionário, irá ser rodado no humilde conforto dos seus aposentos, dando "um ar mais familiar à coisa". "Estamos já a pensar utilizar a sua banheira de 50 metros e 8 pistas, o seu pequeno jardim, já considerado o maior campo de golfe a nível nacional, e por fim o seu pequeno rádio, com o extra de possuir um Mercedes no exterior", acrescentou a nossa fonte anónima. O aparecimento ou não da estátua com o busto de Mira, que o próprio terá encomendado - e que possui 10 metros de altura - está ainda sob negociações. O único problema está no facto de, aquando da pergunta "O que mais gosta na Caixa?", Mira iniciar um estado risível que o leva a cerca de 30 minutos de pilhéria e dores no maxilar, sendo o recurso a montagens o caminho mais provável a seguir. Quando por nós contactado, o reformado escusou-se a vociferar algo, visto estar a apreciar de um rotineiro pequeno-almoço no Ritz.