quinta-feira, outubro 28, 2004



"Parem as máquinas - Bush é inteligente
Um dos ataques favoritos dos críticos de Bush é que o homem não deve muito à inteligência. A crítica é patentemente injusta — não se chega a Presidente dos EUA sendo-se um mentecapto. Mas quão inteligente é de facto Bush? Muito, e até mais que Kerry, acreditando no site conservador VDare, que apresenta argumentos para calcular o QI de Bush em 120 (um número que o colocaria acima de 85 por cento da população mundial)."

http://www.presidenciaiseua.blogspot.com/

Será verdade?

Uma imagem vale mais do que mil palavras.

terça-feira, outubro 26, 2004

Jornada anti-bush (o homem merece as minúsculas)



Quando bush foi eleito - ou auto-elegeu-se - presidente dos EUA, em 2000, a maioria de nós - a começar pelos próprios americanos - desconhecia o valor intrínseco de tais eleições. Quatro anos depois o mundo é um lugar perigoso. E Bin Laden não é o uníco culpado. Longe disso. É na tentativa de impedir a sua reeleição, algo que pode pôr em causa o futuro do mundo tal como o conhecemos, que inicio hoje e até ao dia das eleições uma jornada anti-bush. Sou dos que ainda acreditam que a guerra nada resolve e é sempre a ultima das opções, nunca a primeira. Impor pontos de vista não é a solução - muito menos nesta situação, onde só vem contribuir para engrossar as filas da Al-Qaeda. Todos podemos cooperar, e por mim isto é o mínimo que posso fazer quando vejo pessoas a arriscar o seu bem-estar e das suas famílias, a dar o "cu" - desculpando a expressão - para acabar com as mentiras de assassinos como bush, dick cheney ( onde estão as armas que disse ter a certeza existirem?), aznar, berlusconi, etc. Afinal, são vocês ou os vossos filhos que dão o corpo às balas? Assim pensei. É inverosímil conseguir-se ficar indiferente às atitudes de coragem de quem ainda confia ser exequível mudar o texto. E eu confio. Como diria Jonh Lennon: "You can say i`m a dreamer, but i´m not the only one". E como diria Michael Moore: "Shame on you mr. bush".

sábado, outubro 23, 2004

Alguém viu o tralho do Fidel? Estou à dois dias a rir-me. Para um homem da sua idade revelou uma elasticidade inacreditável. E a felicidade dos cubanos quando ele se levantou?

quinta-feira, outubro 21, 2004



Com ou sem liberdade, com ou sem a passagem pelo centro de censura de Morais Sarmento, não interessa. O que importa mesmo é que a RTP 2 ( ou a dois:) iniciou no último Sábado a reposição daquela que se pode considerar sem favor uma das mais geniais séries criadas. Porque às vezes a morte é a melhor maneira de se falar da vida. Para quem não viu imperdível, para quem viu o que é bom nunca é de mais.


"Do mesmo argumentista de "American Beauty", Allen Ball, surge agora "Six Feet Under", uma série dramática que nos dá uma visão trágico-cómica da vida e da morte segundo a perspectiva de uma família americana disfuncional de Pasadena, que possui e dirige uma agência funerária.Em Los Angeles, o patriarca Nathaniel Fisher, proprietário da agência funerária "Fisher and Sons", é morto num acidente de carro, na véspera de Natal. A tragédia atinge a família e Nate, o filho mais velho, que está de regresso a casa para umas curtas férias, vai ter não só de lidar com a morte repentina do pai, como com o autoritarismo da mãe, Ruth, que mantém um romance secreto com o seu cabeleireiro Hiram, e ainda com o irmão David, um homosexual não assumido, que superintende o negócio da família, e a sua irmã Claire, uma adolescente rebelde que recebe a má notícia depois de ter tomado drogas com o seu novo namorado Gabe. A única coisa boa na vida de Nate é Brenda, uma mulher apaixonada que ele conhece no avião. Só que a família de Brenda parece ser ainda mais louca que a de Nate...Estranha, densa, profunda e cruzada por uma dose interessante de humor negro, esta série, como diz o Washington Post, incita a uma devoção compulsiva.E é isso que tem acontecido nos Estados Unidos, onde a série começou a ser exibida em Junho passado e noutros países. É uma série sobre a vida, apesar de tratar de morte, brilhantemente escrita e interpretada. "Six Feet Under" foi considerada a melhor série de televisão e recebeu por isso o Golden Globe de 2002. Recebeu ainda outro Golden Globe premiando uma das actrizes, Rachel Griffiths. "

www.rtp.pt

quinta-feira, outubro 07, 2004


Definitivamente é o ténis o meu desporto.

quarta-feira, outubro 06, 2004



O mais perto que me encontro da perfeição. Quase que a sinto, por pouco não lhe toco. Quase. Daqui não existe uma proxima fase. Apercebi-me que cheguei. Emano luz, mas não a sou. Etéreo meu coração, no entanto quem é puro?

"Se for homem, é poeta; se mulher, está namorada.
São os dois entes mais parecidos da natureza, o poeta e a mulher namorada: vêem, sentem, pensam, falam como a outra gente não vê, não sente, não pensa nem fala."

Almeida Garrett in "Viagens na Minha Terra"

sábado, outubro 02, 2004

Segundo informações recolhidas pela equipa "galeria Privada", Mira Amaral será o mais recente trunfo da campanha publicitária da CGD, juntando-se assim, entre outros, a Nuno Delgado (judoca) e Maria Gambina ( qualquer coisa). A campanha, que engloba várias personalidades do quotidiano nacional além das supracitadas, como é o caso de... e aquele... e do outro também, tem por objectivo obrigar os 6 milhões de portugueses imunes a aderir à CGD, embora os 2 milhões a viver abaixo do limiar da pobreza sejam dispensáveis e considerados pelos directores clientela para os espanhóis.
A nossa pouco credível fonte acrescentou que tal decisão se deveu ao facto de se tratar de "um exemplo vivo de funcionalismo no sector público", justificando o argumento na base do "bom tratamento dos seus funcionários mais leais por parte do estado", como é o caso de Mira. O spot, por imposição do ex-funcionário, irá ser rodado no humilde conforto dos seus aposentos, dando "um ar mais familiar à coisa". "Estamos já a pensar utilizar a sua banheira de 50 metros e 8 pistas, o seu pequeno jardim, já considerado o maior campo de golfe a nível nacional, e por fim o seu pequeno rádio, com o extra de possuir um Mercedes no exterior", acrescentou a nossa fonte anónima. O aparecimento ou não da estátua com o busto de Mira, que o próprio terá encomendado - e que possui 10 metros de altura - está ainda sob negociações. O único problema está no facto de, aquando da pergunta "O que mais gosta na Caixa?", Mira iniciar um estado risível que o leva a cerca de 30 minutos de pilhéria e dores no maxilar, sendo o recurso a montagens o caminho mais provável a seguir. Quando por nós contactado, o reformado escusou-se a vociferar algo, visto estar a apreciar de um rotineiro pequeno-almoço no Ritz.