Jornada anti-bush (o homem merece as minúsculas)
Quando bush foi eleito - ou auto-elegeu-se - presidente dos EUA, em 2000, a maioria de nós - a começar pelos próprios americanos - desconhecia o valor intrínseco de tais eleições. Quatro anos depois o mundo é um lugar perigoso. E Bin Laden não é o uníco culpado. Longe disso. É na tentativa de impedir a sua reeleição, algo que pode pôr em causa o futuro do mundo tal como o conhecemos, que inicio hoje e até ao dia das eleições uma jornada anti-bush. Sou dos que ainda acreditam que a guerra nada resolve e é sempre a ultima das opções, nunca a primeira. Impor pontos de vista não é a solução - muito menos nesta situação, onde só vem contribuir para engrossar as filas da Al-Qaeda. Todos podemos cooperar, e por mim isto é o mínimo que posso fazer quando vejo pessoas a arriscar o seu bem-estar e das suas famílias, a dar o "cu" - desculpando a expressão - para acabar com as mentiras de assassinos como bush, dick cheney ( onde estão as armas que disse ter a certeza existirem?), aznar, berlusconi, etc. Afinal, são vocês ou os vossos filhos que dão o corpo às balas? Assim pensei. É inverosímil conseguir-se ficar indiferente às atitudes de coragem de quem ainda confia ser exequível mudar o texto. E eu confio. Como diria Jonh Lennon: "You can say i`m a dreamer, but i´m not the only one". E como diria Michael Moore: "Shame on you mr. bush".

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